What’s Going On? / ¿Qué Pasa?

Adentro de la caracola hay mar

por Mariana Menéndez y María Noel Sosa

Se dice que dentro de una caracola está el mar. Para nosotras adentro de cada abrazo caracol que nos hemos dado en los últimos años fluye un mar feminista, capaz de ser fuente de fuerza para todas y cada una de nosotras. En la preparación de un nuevo paro y movilización del 8 de marzo, nuestro modo de estar en las calles es memoria y estética nueva de este tiempo de rebeldía de las mujeres. 
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Power Upside Down: Women’s Global Strike

by Transnational Social Strike Platform

The first global women’s strike on March 8th 2017 was an unprecedented experience, with the ability to catalyze a moment of exceptional intensity, synthesizing women’s mobilizations against violence and oppression across the world. Accounts and experiences from that strike were collected in our first reader. As Transnational Social Strike Platform, we find that the astonishing circulation capacity of the strike, and its social and transnational dimension, confirm its potential to be the political pivot of a new global movement. By bringing the fight against patriarchal violence both into the work-place and into society by utilising the strike as political refusal of violence and exploitation, women have established unexpected connections between different subjects and fields of struggle. This mobilisation proved not to be a mere isolated experiment, but rather opened up a field of possibility that resulted in a new call for a global strike on March 8th 2018. This second date is considered, not as a recurring ritual, but more accurately as a sign of the persistence of the strike. On these grounds and shared perspective of struggle, we invited women from different countries between Europe and the Americas to discuss the ways in which they are approaching the strike now.

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No Extremo Sul da Bahia, mil mulheres Sem Terra ocupam fábrica de celulose da Suzano

5/marzo/2018

Na madrugada desta segunda-feira (5/3), mais de mil trabalhadoras rurais Sem Terra ocuparam a frente da fábrica Suzano papel e celulose, localizada em Mucuri, no extremo sul da Bahia.

As mulheres denunciam os problemas relacionados a crise hídrica no município, causados pela produção em grande escala de eucalipto; a pulverização aérea realizada nas áreas da Suzano; os monocultivos; e uso de sementes transgênicas no manejo produtivo.

Dois pontos da denúncia merecem destaque. O primeiro é o processo de pulverização aérea que é proibida por lei em alguns municípios do Espirito Santo. De acordo com o relatório apresentado pela subcomissão que debate o tema na Câmara dos Deputados em Santa Catarina cerca de 70% dos agrotóxicos aplicados por aviões não atingem o alvo. São jogados diretamente no entorno, áreas urbanas, rios, animais, propriedades dedicadas ao cultivo orgânico, além de causar a mortalidade de insetos importantes para a polinização das plantas, como abelhas e borboletas.

Outro elemento da denúncia, que ganha destaque com a ocupação, é o plantio desenfreado de eucalipto. As mulheres Sem Terra afirmam que os monocultivos tem provocado uma grande crise hídrica na região por conta do alto consumo das árvores, que plantadas sem responsabilidade social e com objetivos financeiros, têm secado os mananciais de água doce.

Para Maristela Cunha, da direção estadual do MST, não se pode aceitar uma empresa que não respeita o meio ambiente e nem as pessoas. “Estamos aqui para dizer que não aceitamos monocultivos de eucalipto em nossa região.  Queremos solução para questão hídrica em Mucuri já e que nossas pautas sejam atendidas”, enfatiza.

Jornada Nacional 

A ocupação faz parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra, que prevê a mobilização de milhares de trabalhadoras do campo e da cidade em todo país com o objetivo de rechaçar o governo golpista de Michel Temer, bem como todas as medidas de sua pasta. Com o lema “Quem não se movimenta, não sente as cadeias que o prendem”, a Jornada na Bahia denuncia as privatizações, a violência, os latifúndios improdutivos e pauta a construção da Reforma Agrária Popular, com foco na luta pela democracia.

http://www.vozdomovimento.org/no-extremo-sul-da-bahia-mil-mulheres-sem-terra-ocupam-a-fabrica-de-celulose-da-suzano/

Bloquear y transformar

por Veronica Gago

2/febrero/2018

#NosotrasParamos La voz colectiva que construye el internacionalismo de la medida del paro de mujeres para el próximo 8 de marzo. Transversalidad, alianza y transformación de un tiempo que ha dado tanta fuerza como malas noticias: la feminización de la pobreza aumenta, los femicidios no paran y la visibilidad de los casos de abuso demuestra que la impunidad ha sido la norma.

https://www.pagina12.com.ar/93009-bloquear-y-transformar